Vou sentir saudades

"Adeus de Guga"

Ao ver aquela cena do Gustavo Kuerten com um microfone na mão, chorando e dizendo “eu não consigo mais”, foi de arrepiar. Eu parei por alguns segundos me perguntando: O Guga, nosso manézinho da ilha vai abandonar as quadras? Depois de me fazer apreciar o tênis, entender as regras do jogo e vibrar com seus campeonatos recém conquistados? Opa! espera aí, “recém conquistados”. Então caí na real.

Faz pouco mais de dez anos desde que Guga venceu pela primeira vez em Roland Garros. É, já faz tempo que o Guga está nessa estrada, percorrendo esse caminho de vitórias, difundindo esse esporte pelo Brasil e mostrando ao mundo quem é o “Rei do Saibro”. Mas na minha memória não parecia ser tanto tempo assim. Lembro ainda como se fosse ontem aquele jogo contra o espanhol, Sergi Bruguera, onde o manézinho foi campeão de Roland Garros e ficou conhecido mundialmente. Os títulos de 2000 e 2001 então nem se fala.

Dentro das quadras Guga ganhou tudo o que tinha direito. Nas quartas-de finais de 2001 em Roland Garros, ele enfrentou o um dos ícones do tênis mundial o russo, Yevgeny Kafelnikov, e venceu por 3 sets a 1. Além da vitória Guga saiu de quadra com um novo apelido e mais um fã. Kafelnikov apelidou o brasileiro de “Picasso das quadras”, pela tamanha genialidade do manézinho e suas pinturas de jogadas.

Após relembrar tudo isso, pensei melhor. Eu acho que não aprendi a gostar de tênis. Eu aprendi a gostar de ver o Guga jogar.

Valeu Guga!!!

Fui, sou e sempre serei seu fã.

Por: Victor de Bona

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