Os Fiéis da Balança

Os Fiéis da Balança

Morumbi. Casa cheia. Os torcedores se aglomeram em cima da hora.

Provavelmente porque chegar ao Morumbi não é uma tarefa fácil. Não há metrô e o trânsito em São Paulo respira por aparelhos.

O jogo começa e o Botafogo mostra que vem para usar o balanço favorável do primeiro jogo. E, se possível, achar um gol quando possível.

A torcida sofre.

Até que o magrelo Acosta conseguia uma leve vantagem para o Corinthians. Pequena diferença entre equipes de peso tão equivalente.

A torcida vibra. Por pouquíssimo tempo.

Até o gol carioca de Renato Silva, na falha de Felipe, que pendia o Glorioso rumo à classificação.

Mas o zagueiro Chicão tratou de igualar as medidas com o pé bem calibrado na cobrança de falta. Tudo rigorosamente nivelado.

Qualquer equipe poderia pôr abaixo o adversário com apenas um gol. Mas teimosamente parmaneceu o 2×1 em São Paulo como fora no Rio de Janeiro.

Até a disputa de pênaltis.

Os torcedores gritam o nome do seu goleiro.

Chicão, Herrera, Nilton, Alessandro e Acosta somaram cinco gols nos penais para o Corinthians.

Lúcio Flávio, Alexandro, André Luís, Jorge Henrique fizeram quatro e, quando Zé Carlos colocaria tudo na mesma de novo, Felipe se livrou do peso de sua falha e sacramentou o 5×4 para o Timão.

Corinthians na final.

No confronto mais equilibrado do ano, alegria e festa para os que acreditam ser sempre os verdadeiros Fiéis da balança.

Texto de Rodrigo Focaccio

By Vitrola

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